Sobretudo porque a minha grande amiga Ginny já tinha adquirido aquela intuição animalesca que eu devia ter algum bicho à frente da maquineta dos retratos. Então tinha ao mesmo tempo uma série de trabalhos. Saudosos. Segurar a Ginny - a cadelinha boxer que nos adorávamos - e estar de olho não espantasse ela o animal, enquanto ia tirando fotos. Eram momentos engraçados, eu zangado com o bicho, e ela nada preocupada com as minhas zangas, e lá saíam as fotos que podiam ser. Tenho muitas saudades da Ginny, coitadinha já morreu de velha e muito doente. Enfim, fiquei mais só.
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