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18 agosto 2017

RASCUNHOS ABSURDOS I




Boa tarde amigos silenciosos que sempre visitam o meu blog de ideias, pensamentos, delírios e alucinações, onde, tudo isso bem batido com sonhos, devaneios e loucuras, vai garantidamente produzir mais um obra prima da cultura europeia ou uma universalista obra de arte.
Eu não ando muito bem da caixa dos pirolitos e disso já quase todo o mundo sabe, - prudentemente publiquei avisos nos maiores jornais de todas as nações declarando não poder-me responsabilizar por aquilo que escrevo dada a minha incapacidade para ser tomado a sério seja por que temática for, ou qualquer texto onde por palavras ultrapasse o mero "bom dia a todos" ou "estou meio morto". Assim julgo escapar aos tentáculos de uma Inquisição não religiosa, neste tempo de crise das igrejas e dos padres, mais técnica e política. Basta um sujeito que comprou a sua licenciatura e se encaminhou de assalto na política olhar de lado para um cidadão, temos porras, estamos arrumados, perdemos a dignidade, o emprego, e simplesmente este ser humano corre o risco de perder os direitos sociais. 

Ao confrontar-me com a duríssima realidade que tenho alucinações que violam as leis da física, como tempo e o espaço, as partíluas e os movimentos, e desconheço a hidráulica e a gravidade dos corpos, já me parece perigoso encontrar no caminho os tais tecnocratas que podem privar-me, dado o estado  demasiado lastimoso que me diagnosticam, de andar livremente pelas ruas.
Os especialistas de Saúde Pública deveriam requerer que me colocassem numa jaula aberta no verão que o calor em excesso dá ainda mais cabo da mioleira. E no inverno qualquer casinhoto fechado com uma manta de serapilheira me protegeria do frio e das humidades. Desse modo, esses especislistas que são licenciados na arte meio alquimista de sentenciar desventuras, garantiam ao estado português que um perigo público deixava de andar à solta ameaçando a democracia e outros valores, maiores, e a proteger, num estado de direito. Mostravam ainda porque são pagos cada mês pelo Governo quando não se conhece ainda muito bem o que fazem andando por aí a espreitar e voltando as pessoas ao avesso em peritagens mais complexas que o fabrico de uma central nuclear.
Quem garante que não me possam vaticinar um estado assaz delirante e tenebroso, e zásssssssss acordo, salto da cama em velocidade excessiva, espreguiço-me com tanta energia que ouço umas poucas de articulações dar estalos como se me metamorfeasse em duas baterias num concerto dos Deep Purple, e saísse à rua, meio nu, como o outro meu companheiro de filosofias de trazer por casa e ciências aquáticas gritando EUREKA.
A minha psicanalista, confesso, não dá muito crédito ao que lhe conto. Mas lá que a faço rir imensas vezes, faço. Ele é cada história que lhe levo que ela de tão fascinada já me faz desconto e um dia em que me sentia bem, disse que me sentia outro homem, implorou por tudo na vida que eu não abandonasse as sessões de trabalho mental, propondo-se ela mesmo, a pagar as consultas.

Lógico, de borla até injecções, continuei a regularmente visitar a minha doutora que se encanta verdadeiramente com as minhas doideiras.
Isso vem a propósito da foto que coloquei agora quando pretendo saudar e desejar um bom dia à minha legião de amigos. A tirei faz alguns anos, e refere-se a um ângulo da entrada do Castelo dos Templários em Tomar.
Resultado, nem a minha psicanalista me valeu, a meio da noite levantei-me e acreditando ser o Gualdim Pais, o Mestre da Ordem Militar dos Templários, montei a minha MOTO DE CRISTAL e fui rodeado de cavaleiros da noite fazer um raide em terras dos mouros. A história com toda a certeza não permitirá o esquecimento deste feito glorioso da expansão cristã na península.
Mas em segredo, vou revelar-vos a reacção da minha querida psicanalista (mas por favor não podem contar a ninguém), aquela desgraçada ficou com uma fúria dos diabos por não a ter levado junto de meus cavaleiros.
Que mulher... a adoro. BOM DIA

DELÍRIOS, DEVANEIOS, SONHOS... LOUCURAS E REALIDADES


   A REALIDADE É MUDANÇA...   


  TUDO NASCE DO SONHO EXPLOSIVO  

  QUE A LUTA E A PERSISTÊNCIA CONCRETIZAM  

























Dizem que por vezes o homem delira, devaneia, isto é, consegue ir muito além do que imagina ou que pode pensar, e nessa épica digressão sujeita-se aos encontros mais improváveis, aos caminhos mais esquecidos, às surpresas que o podem tocar em cada instante.

Digamos que os limites que se convencionaram num racionalismo que limita o ser em cada instante são ultrapassados e o homem encontra-se consigo mesmo, e não apenas com a imagem que dele existe, e descobre que existe muitíssimo que parecia não existir, que estava oculto, mas que vai encontrar e dar-lhe a perceber que tudo o que sonhamos e pensamos podemos ter, e muito mais explosivo, percebe que o que desconhece e vai poder ir averiguando paulatinamente, é muito mais do que tudo o que julgava conhecer.

Aí, dá-se uma revolução contra a nossa pequenez, contra todo esse arsenal de regras e factores que nos formataram, e nos obrigaram a ser de um modo, e não do jeito que percebemos podemos ser.

Essa irreverência, é-nos dada pela luz que arde no nosso interior, essa rebeldia é um desafio interior em que a luz nos leva a perceber que tudo está para vir, tudo está nas nossas mãos, e que o Deus que existe em nós, está presente de igual modo em tudo.

E nessa suave e fecunda aventura podemos ir-nos abeirando da nossa realidade e fugirmos de um ser que nos possuía e nos toldava a visão, condicionava os pensamentos, nos entorpecia em sombras e medos, e descobrimos a liberdade, e a responsabilidade acrescida de sermos senhores de nós mesmos e de construirmos o que desejamos ser e ter.

Por tudo isso, se explica que sem um pouco de loucura, que nos permite voar, coube efectivamente aos que ousaram ultrapassar as regras e contestar teorias, a heróica tarefa de transformar o mundo.
Muitos, nesses delírios, nesses sonhos, nesses gritos de batalha, foram escorraçados, espezinhados, humilhados. Alguns perderam tudo, até a vida. Mas o tempo veio provocar impensáveis renascimentos alguns séculos depois.

O que temos por certo hoje, pode ser um castelo de areia daqui a meia dúzia de anos. O passado, o presente e o futuro já foram catalogados por gente da ciência como ilusões. Novas ciências vão aperfeiçoar as que existem ou mesmo afastar para sempre dogmas que pareciam âncoras imortais.
Eu sei que levamos o tempo a tentar justificar tudo. E muito mais quando parece que caminhamos em direcções diferentes ou temos ideias que não parecem acertadas. É um atentado às permanentes mudanças que se dão em tudo o que existe e em nós mesmos termos de nos preocupar em explicar ideias, traduzir sonhos, falar de mundos novos, de renascimentos, de amor, de paz, de justiça.

Hoje, as pessoas são preparadas para fazer alguma coisa, não para questionar as coisas e as suas causas.

O homem é peça de uma engrenagem e deve executar bem o que a sociedade dele quer extrair. Hoje, vivemos num mundo onde sonhar é sinónimo de ausente, de quem anda na lua, onde ter ideias é tornar-se perigoso e desestabilizar a sociedade e o mundo, onde dizer a verdade é um acto de provocação que vai criar de imediato inimigos e perseguições.

Hoje, existem armadilhas sofisticadas, e entre conceitos, entre fanatismos, entre interesses poderosos e uma falta de moral e ética absurdas, o homem perdeu a ideia de honra, a justiça é pouco mais que uma ideia, a democracia é um sistema tão antiquado e a necessitar de reformas que pouco melhor está que o que os gregos conheceram, e o homem continua escravizado, suavemente correndo atrás de cenouras que as modernas políticas nos seus diversos âmbitos, vão colocando à frente do indivíduo, levando-o a correr desalmadamente atrás de uma visão.

Prefiro, quando saio nesse mundo de delírios e sonhos, quando grito e esperneio. Quando me apontam o dedo. Mas, é justamente nesses momentos que não são quantificáveis, e parecem imortais, que sinto a liberdade, o valor de ser homem, e como o mundo poderia ser e não é. Hoje, prefiro fechar os olhos, e deixar de ver, de pensar, de sentir razão ou verdade, prefiro evadir-me para um mundo que existe, pois o conheço dentro de mim e o toco nos meus sonhos.

E se o posso ver e o posso tocar, esse mundo além de imaginável para além de mim, pode ser também, um mundo real, onde o homem e a terra coabitam justamente para o fim absoluto do universo, a realização do homem, a felicidade, a paz e o amor.

A vida tal qual a temos de viver é quase um absurdo.

Depois dela tudo é uma possibilidade.

Pedro Alcobia da Cruz, 2017/08/18 (rascunho)








15 agosto 2017

CONHECER AS LEIS UNIVERSAIS É ENTENDER O MUNDO E A VIDA





7 Leis que governam o Universo

(...)
O Principio do Mentalismo
O Todo é Mente; o Universo é Mental. – O Caibalion


O Princípio da Correspondência
O que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima. – O Caibalion

O Princípio da Vibração
Nada está parado; tudo se move; tudo vibra. – O Caibalion






















O Princípio da Polaridade
Tudo é Duplo; tudo tem polos; tudo tem o seu oposto; o igual e o desigual são a mesma coisa; os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau; os extremos se tocam; todas as verdades são meias verdades; todos os paradoxos podem ser reconciliados. – O Caibalion
Neste nosso plano de consciência, a Lei da Polaridade domina. Por isso temos Dia e Noite, Quente e Frio, Seco e Molhado, Bonito e Feio e assim por diante. O Princípio da Polaridade nos ensina que dois pólos de energia são idênticos em natureza e diferentes em grau. Por exemplo, você combate o frio com o calor, que é o oposto do frio na mesma natureza. O ódio deve ser combatido com o amor, pois da mesma forma, é o outro polo de uma mesma emoção.
Na Astrologia novamente utilizamos muito este princípio. O lado sombra de Áries por exemplo é combatido com o lado luz de Libra, pois os dois signos são polos de um mesmo eixo.











O Princípio do Ritmo
Tudo tem fluxo e refluxo; tudo tem suas marés; tudo sobe e desce; tudo se manifesta por oscilações compensadas; a medida do movimento à direita é medida do movimento à esquerda; o ritmo é a compensação. – O Caibalion


O Princípio de Causa e Efeito
Toda a Causa tem seu Efeito, todo Efeito tem sua Causa; tudo acontece de acordo com a Lei; o Acaso é simplesmente um nome dado  a uma Lei não reconhecida; há muitos planos de causalidade, porém nada escapa à Lei. – O Caibalion


O Princípio do Gênero
O Gênero está em tudo;  tudo tem o seu princípio masculino e o seu princípio feminino; o gênero se manifesta em todos os planos. – O Caibalion

01 março 2017

19 fevereiro 2017

PODEMOS ACABAR DE VEZ COM A FILOSOFIA?
















Acredito piamente que perante este tipo de perguntas de um ser inculto e sem pergaminhos académicos socialmente aceites, alguns dirão que perdi o senso de vez. Já acontecia antes às vezes ser provocador. Outras vezes a irreverência fazia-me contestar o status quo e consequentemente pagar caro, e arranjar inimigos. Hoje, interrogar-me, assim, em público, sobre o fim de uma ciência que já foi mãe de todas as outras e tem milénios de reflexões e sabedoria sobre questões tão essenciais à vida como a felicidade, a ética, a moral, a justiça, o conhecimento, a estética, o pensamento, parece, e aceito, uma autêntica blasfémia, que só pode perceber-se vinda de um tonto feito intelectual, de um simplório que se imagina erudito, e de um ignorante que de repente comprou um curso e é doutor. É exactamente o que parece. Eu próprio ( e tal deusa que amo já me tinha advertido) sinto que estou submetido a uma insanidade que me vai levar ao descrédito total, e a uma profunda indiferença dos seres inteligentes, pensantes, que pululam nesta vida no nosso mundo. E serei um apátrida. Sem terra. Já não tenho família. E guardo o amor aos meus tendo por base exactamente a filosofia que venho agora colocar em causa, e Platão que pode aceitar-se ser o seu fundador, mantendo um amor no mundo das ideias e impossível naquilo que vemos. Todos os galos, grandes e pequeno, gordos e magros, sem penas e com penas, aos pulos e sem forças para andar, são a ideia de galo. Aqueles que amamos, mas nos tratam como se fossemos idiotas profundos, ou nos devotam uma desumana indiferença, só conseguimos assegurar um amor intenso, permanente, sem dúvidas nem interrogações, tendo deles a ideia. O homem está realmente possuído de loucura dirão. Agora ama os que deveria amar por ideias? Segue a filosofia e o tal Platão e questiona o futuro da ciência que o norteia? ,Não está bom do juízo. E acredito que não estou. Mas não é vergonha assumir a nossa pequenez e ter o atrevimento de ter dúvidas, cometer erros e fazer perguntas. Afinal a ameaçada filosofia assenta exactamente na dúvida e nas questões. E o pobre homem quer acabar com ela. Existe racionalidade em tal inquietação mental? Pode jogar-se no caixote do lixo de uma vez uma ciência que já foi todo o conhecimento? A estas interrogações diria a FILOSOFIA será sempre essencial, e estará presente nas nossas vidas, nas reflexões que fazemos sobre o mundo e a vida, e sobre o que é preciso para ser feliz. Mas a Filosofia como um verdadeiro vulcão foi catapultando do seu interior a sabedoria e fazendo emergia, e libertar novas ciências; a matemática, a medicina, a astrologia, a geometria, as artes, e ultimamente libertou a psicologia e a sociologia. A mãe de todo o saber, de tanto expelir novas ciências que autonomizadas se desenvolveram e criaram sua própria área de conhecimento, vai-se apagando, como um vulcão em fim de vida. E com a perspectiva de todo o nosso universo ser questionado com ciências emergentes de potencial ilimitado, com a revolução que inequivocamente se vai dar no ser humano, nas sociedades, no mundo e na terra, vamos relegar muitos dos argumentos que suportam a filosofia, para um plano de um florescente e rico passado, que não vai perder nunca um historial de como evoluiu o pensamento humano e como foram desenvolvendo com ele as sociedades, ideias e conceitos como moral e ética, e influência no direito e outras, mas que necessariamente podem ser colocadas num paralelismo idêntico à história. Como Ciência histórica da evolução do pensamento, das ideias... E no seu lugar virá algo tão poderoso e tão transformador que vai ter um nome novo, e dará origem a ciências novas. Imaginariamente falando, e admitindo não só a filosofia estar ameaçada, e como louco assumido que sou, agito tudo, e invento nomes para ciências que vamos ter em um futuro que ainda será nosso. Ciência quântica, medicina quântica, energia universal, e muitas outras. A filosofia, não se inquietem os pensadores, vai continuar como algo que nos deu um ponteiro no caminho e na vida a seguir. Mas os novos pensamentos já não podem, é da física, entrar dentro de um vulcão acordado. Apenas num vulcão morto ou adormecido. E a filosofia não vai nem adormecer nem morrer. Simplesmente outros vulcões vão despertar. O mundo é mudança. Os filósofos com a complexidade de esgrimir muitas vezes teorias que ninguém entende, numa linguagem perfeitamente absurda, são também responsáveis pelo declínio da filosofia e do seu afastamento da realidade e das pessoas. Os novos pensadores também já não serão filósofos, mas outra coisa qualquer. E o mundo continuará como a laranjinha, redondinho, a girar no universo. E o homem a pensar.

Pedro Alcobia da Cruz (um pensador aloucado)

18 fevereiro 2017

CAMINHO MEDIEVAL (pormenor); MARVÃO - PORTAGEM



CAMINHO MEDIEVAL II - CASTELO DE VIDE


Quem vai na estrada que vai das CARREIRAS em direção a Castelo de Vide, não se pode enganar...

Termina a estrada quando encontra a via que vai de Castelo de Vide para a Capela da Senhora da Penha

É estacionar. Existe espaço justamente em frente. E no termo da via que vai das Carreiras está a placa colocada na foto indicando o caminho medieval.

Penso que se trata de um troço do que teria sido uma grande estrada na Idade Média, à qual pertence, em minha opinião o caminho medieval que desce de Marvão em direção à Portagem.

Vale a pena visitar, apesar do seu estado de degradação ser maior que o de Marvão. É menos conhecido pois encontra-se num local mais discreto.

O tipo de construção é muito idêntico entre as calçadas dos dois caminhos. De todo o modo é aconselhável dar uma vista de olhos nos dois. Os enquadramentos paisagísticos são diferentes. São lugares míticos, com muitos séculos de viajantes.






O MAIOR MENHIR DA PENÍNSULA IBÉRICA - CASTELO DE VIDE





ANTA DO TAPADÃO












A IDEIA DE FELICIDADE





























Muito se tem falado desde que o homem questiona a vida sobre a felicidade. Creio mesmo que é uma das questões centrais do pensamento filosófico. O que é preciso para ser feliz? O que o homem tem de fazer para encontrar a felicidade? A filosofia coloca dúvidas e levanta reflexões. Não conhece certezas para as grandes interrogações que vai colocando há milhares de anos. E, como tudo muda, o pensamento vai encontrando com o tempo, respostas diferentes para a vida boa que todo o homem deseja alcançar. O presente tem a duração de o queimar de um fósforo, acendeu, é passado, apagar é futuro. A felicidade de hoje não corresponde à felicidade mitológica, ou dos pensadores que antecederam a filosofia, ou do início daquela ciência do conhecimento e do saber, ou dos Santos Domingos e Tomás de Aquino que com hábil sabedoria conseguiram conciliar o pensamento aristotélico e os ensinamentos de  Cristo, a tantos outros racionalistas, idealistas, humanistas, existencialistas, cépticos e modernos. A felicidade é o maior enigma e o tema que mais tem feito pensar os homens. O que faz um feliz, pode não dar alegria a outro. A missão é diferente para cada qual. Os frutos colhidos possuem valores distintos. Ciência ou não, definida ou não, o que torna a felicidade uma luz na vida do homem, é encontrar um momento, um instante, na nossa vida em que queremos que esse espaço de tempo não termine nunca. Encontrado esse instante, podemos garantir que encontrámos a felicidade. E, não a queremos perder de jeito nenhum. Talvez muitos momentos de felicidade consigam edificar uma existência feliz. Mas pode ser no último pensamento da nossa vida que seja perceptível a ideia que a vida valeu a pena. Aí, independentemente de todas as vicissitudes e acontecimentos do passado, será o balanço final a responder por uma passagem pelo mundo. Todos queremos ser felizes podia ser o remete final, e podíamos arriscar determinar como certeza inabalável. Mas mesmo aí, um céptico pode alegar que existem pessoas que parecem encontrar a realização no infortúnio, e na vitimização encontram enigmáticas alegrias e justificações. Certezas? No mundo e na vida? Eu não tenho, se alguma vez tive fui um tolo grosseiro, e se tiver discernimento vou continuar a ter. Mas, eu quero ser feliz, e tenho minha ideia de felicidade. Já tive outras antes, será que vou ter alguma nova no futuro?