08 maio 2016

Que futro para o homem e para a terra


Cada um colhe o que semeia



Muito se especula sobre o fim do mundo. Se o mundo acaba ou não, obviamente não tenho conhecimentos para sustentar tal teoria, nem sou futurólogo. Se tudo o que se passa com a terra é interligado directamente com o homem,  tendo acontecido que se voltaram um contra o outro, numa luta que pode encontrar um fim, é coisa que parece por demais evidente. O homem além de se maltratar a si, maltratou o seu habitat. Uma coisa contra a natureza, não revelando nem cuidada responsábilidade com os filhos e os netos que vão herdar um planeta há beira da ruína.



Se tudo acabar, O Juízo final vai chegar a muita gente, e creio mesmo, no ponto onde chegámos, muitos que nem imaginam sequer ser colocados entre os merecer justo castigo, nunca chegarão a saber, calculo, que mereceram o essa paga por omissões cometidas, por calarem quando deveriam ter dito "não", por consentirem todo o tipo de atentados à natureza; tão ladrão é o que entra na casa como o que fica à porta. O admirável mundo novo de Huxley foi uma visão quimérica, hoje em realidade só se afiguram criveis visões dantescas, de cataclismo horrores e desgraça.




Cada um colhe o que semeou. Os inocentes, esses terão a garantia de estar no Paraíso. Quem não tem culpas, quem foi enganado, que abusivamente foi obrigado a atentar contra o mundo, os que ignoravam os malefícios de suas obras tem com toda a certeza o perdão de Deus



O povo vive enganado e iludido. Perdeu a noção, de valores e princípios. Fazem-se guerras que nem se entende bem quais as razões que as sustentaram. Há países a reclamar contra outros que fazem a guerra mas a quem depois vendem as armas. Valores universais vendem-se como a legalidade, a honra, e vingam comportamentos criminosos em governantes, que com os bens do país, fazem crescer num eldorado provocante, ao lado da fome e da miséris. A comunidade internacional fala, esgota-se em estéreis congressos, palaestras, encontros mundiais, depois disso, nada faz, Os custos para as grandes potêcias no tratamento das enfermidades globais pesa no ineteresse de um um, esbarra com o projecto de outro e tudo se justifica com o Direito Internacional, declarando-se a impossibilidade ingerência em questões de outras soberanias, e isso acontece de facto quando há outros interesses em cima da mesa. Noutro caso id~entico não havia interesses a actuação foi ao contrário. Vogamos ao sabor de uma diplomacia desprovida de valores mas atenta às riquezes, lugares estratégicos, proximidade miliatr. Perdeu-se o pudor. Há dificuldade em saber quem faz o bem, e mesmo o que é o bem. Pessoas que temos por sérias e socialmente se destacam caem do seu pedestal com a descoberta de inspeitáveis ilegalidades e falsos títulos. O povo vive enganado e iludido. Se o banditismo de estado, e a lesa pátria, a gestão danossa dos governantes pudesse ser sindicável, não existiam prisões para tanta gente grande.



É uma saída de futuro para alguns municípios do interior, terem no seu território prisões com boas condições, modernas, que rapidamente ficariam cheias com corrptos e corrumpidos, ladrões, vigaristas, abusos de poder e associação criminosa, gestão danosa , e comportamentos contra a Constituição da Repúblicsa, ou atitudes conmtrárias que foram pometidas em campanha eleitora.




Neste país o crime com pinça. Sem dúivida.

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