08 dezembro 2011

Olhar as coisas simples, voltar à natureza






Do outro lado do mar e do mundo, existem lugares fantásticos, lindos, de enorme beleza, ainda à espera de serem descobertos. Nessa imensidão de tranquilidade e harmonia pode o homem edificar o castelo que idealizou, resistente aos anos e às intempéries, onde, de mão dado com a sua princesita, pode, até ao fim do mundo, disfrutar de uma existencia maravilhosa, tranquila e feliz.

Existem tantos lugares assim belos mundo fora, livres do desenvolvimento desenfreado, que tudo, numa voragem impiedosa, tem destruído.

A verdadeira civilização vai ser um regresso a tempos de equilibrio, em que os homens sabiam bailar, e faziam filhos, e com suor se ganhava o pão de cada dia, onde as familias se uniam à volta da mesa, todos juntos, e aí passavam, se apoiando e protegendo, constituindo a base social, uma vida.

O mundo está dilacerando as pessoas, arrasado em milhentos problemas aparentemente insolúveis, e as pessoas, as familias, as instituições, as empresas, tudo parece em agonia.

Temos de voltar a olhar as coisas simples, e a procurar, com inteligencia e bom senso, um caminho que seja possível enveredar, e que nos leve a uma existencia tranquila, saudável, com esperança, num futuro, que de outro modo, dificilmente dse vislumbra.






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