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17 setembro 2010

Tenho para dar-te, um milhão de flores


Tenho para dar-te um manto imenso de flores
De todos os tamanhos e todas as cores
São, cada uma delas, um hino aos delírios
Aos risos, beijos e abraços, tristezas e martírios
São realidade que passámos, os dois, tu e eu,
Em idas épocas que o tempo timidamente adormeceu
São flores de todos os tamanhos e tons, e tipos, e cores,
Bafejadas de muito verde, de esperanças, envoltas em ternura
Num serpenteado caminho, em tenaz jornada, em procura
De algo inimaginavelmente belo, como sempre foram, nossos amores

Tenho para dar-te um ramo com um milhão de flores
De todos os modelos desenhados e sonhados, com e sem odores
Que me fazem recordar um paraíso sem limites ao te ter
E de voltar a dar-te, mais uma vez, quando a luz se esconde, ao entardecer
Num momento de amálgama de ternura de encantos e de magia
Um ramo multicolor, cheio de cores e alegria, envolto em sonhos


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